Ensinar não é transferir conhecimento

“Foram as suas idéias, professor, que permitiram a Lula, o metalúrgico, chegar ao governo. Isso nunca acontecera antes na história do Brasil e, quiçá, na do mundo, exceto pela via revolucionária. (…)

(…) A sua pedagogia, professor, permitiu que os pobres se tornassem sujeitos políticos. (…) Graças às suas obras, professor, descobriu-se que os pobres têm uma pedagogia própria. Eles não produzem discursos abstratos, mas plásticos, ricos em metáforas. Não moldam conceitos; contam fatos. Foi o senhor que nos fez entender que ninguém é mais culto do que outro por ter freqüentado a universidade ou apreciar as pinturas de Van Gogh e a música de Bach. O que existe são culturas paralelas, distintas, e socialmente complementares.

(…) O pobre sabe, mas nem sempre sabe que sabe. E quando aprende é capaz de expressões como esta que ouvi da boca de um senhor, alfabetizado aos 60 anos: ‘Agora sei quanta coisa não sei‘. (…) O senhor fez os pobres conquistarem auto-estima.

Graças ao seu método de alfabetização, eles aprenderam que ‘Ivo viu a uva‘ e que a uva que Ivo viu e não comprou é cara porque o país não dispõe de política agrícola adequada e nem permite que todos tenham acesso à alimentação básica.

(…) Ao longo das últimas quatro décadas, seus ‘alunos’ foram emergindo da esfera da ingenuidade para a esfera da crítica; da passividade à militância; da dor à esperança; da resignação à utopia. Convencidos pelo senhor de que são igualmente capazes, eles foram progressivamente ocupando espaços na vida política brasileira, como militantes das CEBs, do PT, do MST e de tantos outros movimentos.

Por este novo Brasil, muito obrigado professor Paulo Freire.”

Por Frei Betto

P.S. compartilho este texto com alegria e em comemoração por, finalmente, retornar com “carteira assinada” à área da Educação (a qual jamais deveria ter saído!).

😉

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Não sei se caso ou se compro uma bicicleta

Há tempos estou ensaiando o “resgate” da minha rotina semanal de posts aqui no Melhor é Impossível… Desde que retornei de ‘férias’ tanta coisa aconteceu na minha vida que não consegui me organizar como gostaria. Mas enfim, agora cá estou eu retomando esta deliciosa rotina… compartilhar pensamentos e interesses gerais com amigos é sempre bom!

E justo hoje que o Sol praticamente acabou de entrar em Escorpião (mais precisamente às 15h30 – horário de Brasília)… vou falar do signo de LIBRA! Farei jus ao título deste post… 😉

Regido por Vênus, diplomacia é a palavra-chave que melhor define o Libra. Faz contato facilmente, é delicado e elegante no trato com as pessoas.

Não gosta de ficar sozinho, se sente rejeitado e  tem bastante preocupação em ser aceito pelas pessoas.

Apesar de algumas vezes aparentar estar “em cima do muro“, tem opinião própria, além da capacidade de agradar todas as pessoas e ser aceito em todas as situações (só precisa tomar cuidado com a postergação da externalização da sua opinião).

Estética, bom gosto, elegância… tudo isso faz parte do mundo do Libra. Não gosta de brigas, confusões. É um ser conciliador, entretanto é capaz de bater em alguém se este for injusto com o outro.

Percebe o que é bom nas pessoas e enaltece aquilo. Promove um ambiente agradável ao redor de si, pois pensa muito em agradar os outros, fazendo muito cerimonial.

Respeita as regras sociais…”quando em Roma, como os romanos!” e gosta de ajudar as pessoas de um modo geral.

Tem muitos contatos, promovendo assim a conexão entre as pessoas sobre esses contatos (pode te indicar um bom médico, dentista, cabeleireiro, chaveiro, manicure etc. etc. etc.).

É o signo mais sensual do elemento AR, deixando seus pares Geminianos e Aquarianos pra trás neste quesito…mas também é o mais sensível aos bens materiais.

Tem um pouco de cultura geral, porque gosta de estudar isso. Curte muito entender o comportamento social das pessoas, assim como não tem receio algum de fazer contato com pessoas de nível superior.

Espera elogios, quer aprovação do que ele fez pelos outros.

Na mitologia, um dos mitos relacionados a Libra é o de Tirésias, que foi um profeta de Tebas.

Tirésias foi orar sobre um monte cinturão, encontrou um casal de cobras venenosas, matou a fêmea e logo se transformou em mulher. Anos mais tarde, no mesmo local, encontrou outro casal de cobras venenosas, mas desta vez Tirésias matou o macho e em seguida se transformou em homem. Certa vez, ao ser questionado por Zeus e Hera quem sentia mais prazer, o homem ou a mulher, Tirésias relutou muito em dizer a verdade e, quando finalmente o fez, foi duramente castigado por Zeus, ficando cego ao dizer que a mulher sente mais prazer que o homem.

Este mito mostra que, ao perder a visão exterior, Tirésias ganhou a visão interior, e compreendeu o princípio da polaridade da natureza humana e de todas as coisas criadas. Às vezes, o Libriano ‘joga nos dois times’, mas normalmente é uma coisa somente ideal e psicológica, fruto de sua mente diplomática e de sua tendência em demostrar as qualidades do sexo oposto sem perder contudo as suas próprias qualidades.

Na casa, o Libra é o hall de entrada, além dos enfeites e da decoração.

Filmes librianos: O casamento do meu melhor amigo; Hight Society; Bonequinha de Luxo; O diabo veste Prada.

Fontes para escrever este post: aulas do curso básico da Gaia – Escola Astrologia e o blog http://eventosmitologiagrega.blogspot.com

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Eu sou a Janaina

Amigos, este é o primeiro post depois da tão sonhada viagem de “férias” que fiz mês passado para Lisboa, Paris e Londres. Em breve farei um post específico sobre essa viagem, contando ‘quase’ tudo… 😉

Mas este novo post tem a ver com outra viagem, tão inesquecível  quanto e que aconteceu no último final de semana (dias 07 a 09 de outubro), onde tive o privilégio de participar da 29ª Astrovivência*, promovida pela Gaia Escola de Astrologia, sob o comando do nosso querido professor Robson Papaleo.

Este era para ser mais um final de semana “perdido” ou até mesmo triste e que não devo entrar em detalhes do motivo da tristeza aqui. O fato é que aos “45 minutos do 2º tempo”, quando as inscrições estavam praticamente encerradas, consegui me inscrever junto com minha amiga Marisa Almeida.

 Ficamos desde sexta até domingo à noite “infurnadas” na escola Gaia, junto com outros 19 “astroviventes” que tivemos o prazer de conhecer: Doraci, Cilmara, Andréa, Paula, Márcia, Ana Carolina, Fátima, Ruth, Orlando (Neto), Josefina, Gertha, Jaqueline, Regina, Oliver, Marcus, Paulo, Rubilene, Nádia e ManuRimos, choramos, dançamos, cantamos, comemos e bebemos juntos…foi tudo muito divertido e, principalmente, TRANSFORMADOR, assim como é Plutão quando passa por nossas vidas.

Saí de lá muito feliz, com novos amigos e sérios compromissos que espero muito em breve cumpri-los.

EU SOU A JANAINA!

“Tentar pressupõe perder. Ou você faz ou não faz. Ou você quer ou não quer!” by Robson Papaleo – 08 de outubro de 2.011.

*A Astrovivência é uma ferramenta para o desenvolvimento pessoal, social e profissional. Mais informações acesse o site da Gaia Escola de Astrologia: http://gaia-astrologica.com.br/astrovivencia.shtml

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Só de imaginar me dá vertigem

Eu sou de Virgem e só de imaginar, me dá vertigem…” diz a letra de  Bijuterias do João Bosco, tema da novela O Astro.

Sinceramente, não sei o que ele quis dizer com esta frase, qual associação com o signo Virgem ou se a associação da tal vertigem é com a “esperança” de vir alguém se Vênus ajudar… kkkk

Enfim, pouco importa.  Este será meu último post antes da minha viagem (uhúuu) e meu objetivo aqui é falar sobre os meus amigos Virginianos, muitas vezes considerados erroneamente como “chatos” por aqueles que simplesmente desconhecem suas qualidades! Afinal, método, análise e perfeição são necessários SIM, basta saber dosar o “como” e o “quando” utilizá-los (e creio que aqui esteja o aprendizado/desafio para o Virgem).

O nativo deste signo tem noção de que o mundo concreto poderia ser diferente, o que desenvolve nele a análise e a crítica. Tudo o que ele faz poderia ser melhor. Conseqüentemente a auto-crítica também é grande, comparando o que ele faz com o que ele mesmo faz….

Discernimento, capacidade de síntese e discriminação são suas maiores qualidades, sendo que Perfeccionismo é a palavra-chave que, apesar de ser um “chavão”, melhor o define.

Em alguns casos, pode desenvolver inveja, por não conseguir aquilo que não tem, por baixa auto-estima.

Gosta de servir e é metódico: pensa em todas as oportunidades de se fazer algo melhor e por isto sempre acha defeito nas coisas.

Se alimenta bem, mas seleciona os alimentos, avalia o que está comendo. Tem seus hábitos e costumes, restringindo seus prazeres ou se divertindo apenas nas horas certas (cinema somente às quartas-feiras).

Como não quer cometer erros, pode se tornar subserviente/servil no trabalho, precisando se policiar para que isto não aconteça.

Possui múltiplas habilidades para consertar coisas e não lida bem com o elogio. Se recebe um elogio, não aceita (às vezes por “falsa modéstia”).

São ao mesmo tempo sensuais e pudicos, como se vivessem em dois mundos, além de ter muito desejo contido.

Apesar de ser um signo mutável, é teimoso. Além de realista/fatalista: tudo pode dar errado enquanto não der certo.

 Tem necessidade de classificar, de ordenar e muitas vezes limpar,  sim, porque Virgem tem mania de limpeza. Isto porque todo Virginiano busca a purificação, mas também o conhecimento, por ser um signo extremamente mental.

Na mitologia, o signo de Virgem está associado ao mito de Deméter e o rapto de sua linda filha Perséfone com o mulherengo Zeus.

Démeter era considerada em quase toda a Grécia a deusa das  colheitas e da fertilidade da terra. Era filha de Cronos (Saturno) e Réia. Certo dia, quando Perséfone brincava em meio às ninfas e suas tias Artemis e Palas Atenas, Hades, seu tio e deus do mundo avernal, raptou-a em sua carruagem puxada por cavalos negros e levou-a ao mundo subterrâneo.

Sua mãe ficou desolada e toda a terra secou. Ela pediu ajuda a Zeus, que prontamente dirigiu-se até o mundo de Hades para tentar um acordo. E conseguiu: a cada seis meses, Perséfone podia viver ao lado de sua mãe na terra e seis meses deveria voltar junto de seu marido para o mundo avernal.

Segundo o mito, é por este motivo que durante metade do ano (Primavera e Verão) a terra é fértil, pois são os  6 meses em que Perséfone está com sua mãe Deméter. Na outra metade (Outono e Inverno) a terra é seca e estéril, pois são os 6 meses em que Perséfone volta para o seu marido Hades e Deméter se vinga, pois é a deusa da Colheita e Fertilidade da Terra, dois atribuitos associados a Virgem.

Na casa, Virgem é o escritório, a área de serviço e a “farmácia”.

Filme virginiano: Melhor é Impossível (ahahaha… o nome deste BLOG nada mais é do que uma homenagem a um dos meus filmes favoritos…mega virginiano… AMO!!).

E aqui fica minha homenagem a todos os meus amigos Virginianos… e nossa, são muitos… a maioria conheci no trabalho, afinal, tenho Virgem na casa VI (que é o setor do trabalho) no meu mapa….

Na foto acima: eu e minha amiga Lucimara Fróes, Virginiana do dia 10 de Setembro com ASC em Sagitário e Lua em Peixes. Uma querida! Além de leitora assídua do meu BLOG…hehehe 😉

Fonte para escrever este post: site Terra www.terra.com.br, coluna da astróloga Eunice Ferrari e aulas do curso Básico de Astrologia da escola Gaia.

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Perto do Coração Selvagem

Erich Fromm, em seu livro A Arte de Amar, diferencia o amor infantil do amor adulto, declarando que:

– O amor infantil segue o princípio de que ‘amo porque sou amado‘;
– O amor adulto segue o princípio de que ‘sou amado porque amo‘;
– O amor infantil diz ‘eu o amo porque preciso de você‘;
– O amor adulto diz ‘preciso de você porque o amo‘;

Para chegar a essa forma adulta de amar é necessário saber o que é o amor. Aqui trata-se do velho clichê de que antes de amar alguém  precisamos amar a nós mesmos. E esse tipo de amor (por nós mesmos) é aprendido na infância.

Conseqüentemente, aqueles que não foram devidamente amados por seus pais sentirão muita dificuldade em amar ao próximo como a si mesmo, mas nada é impossível para aquele que crê! 😉

E qual é a saída para aquele que não aprendeu este amor na infância? Em primeiro lugar, precisa aprender a diferenciar o amor infantil do amor adulto.

 O amor infantil não sabe coexistir fora de uma harmonia de interesses, sendo assim, ‘as necessidades dele(a) e as minhas são uma só‘. Não entende como o outro pode ser, pensar ou agir de modo diferente. Interpreta tal fato como desinteresse, pirraça, pouco caso, desamor… É idealizado, vivendo de fantasias e decepções. Baseia-se na posse, na relação de poder e controle. E repetirá constantemente o mesmo tipo de relacionamento aprendido na convivência com os pais, indo atrás do que não teve ou não viveu na infância, na esperança de que agora será diferente, mas sem jamais encontrar a almejada satisfação.

Já o amor adulto é como as ondas do mar: se alternando em  movimentos de distanciamento e aproximação em relação a vida a dois. Convive com as suas próprias limitações e com as perdas necessárias. Reconhece suas próprias carências, se perdoa e desiste de perseguir no presente o que não obteve no passado.

A personalidade adulta para operar de forma amadurecida não deve estar dominada pelo modo infantil de funcionar, mas também deve conter uma experiência do modo infantil de amar.

Fontes para escrever este post:
http://www.elisabethsalgadoencontrandovoce.com
http://amadeudeprado.wordpress.com

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Commes les Autres

Commes les Autres é o título original de um delicioso filme  francês que tive o prazer de assistir em meados de julho do ano passado. No Brasil foi lançado como Baby Love e conta a história de Emmanuel (Lambert Wilson), um pediatra que mora em Paris (outro ponto de forte identificação da minha parte…rsrs) e que tem o sonho de se tornar pai.

Só tem um pequeno “problema”, Emmanuel é gay e muito bem casado com Phillippe (Pascal Elbé), que por sinal não aprova nada a idéia.

Mas Emmanuel não desiste, saindo assim em busca da realização de seu  sonho e, para isso, passa por diversas situações, desde uma tentativa frustrada de adoção até ilárias  entrevistas com algumas lésbicas que também estão “dispostas” a ser tornarem mães, tudo isso até que o destino finalmente acaba conspirando a seu favor quando, num pequeno acidente de carro, ele conhece Josefina (Pilar López de Alaya), uma argentina que está morando ilegalmente na França.

Após algumas idas e vindas, finalmente Josefina aceita a “proposta indecente” de Emmanuel para ser sua “barriga de aluguel” em troca do visto permanente através do casamento.

Só tem mais um porém: Josefina acaba se apaixonando por Emmanuel e… bom, o restante vale a pena vocês alugarem o filme para saber.

Se tem um final feliz? Huum, depende do ponto de vista.  Em todos os filmes que eu assisto, por mais maluco que isso possa parecer, sempre me coloco no lugar de algum personagem e, no caso deste, me coloquei no lugar da Josefina, por isto particularmente fiquei um pouco triste com o final… Mas, é um excelente filme e vale a pena ser assistido por todos aqueles que, como já cantou muito bem Lulu Santosconsideram justa toda forma de amor!

 

Baby Love
Título original: Commes les Autres
Lançamento: 2008 – França
Direção: Vincent Garenq
Atores: Lambert Wilson, Pilar López de Ayala, Pascal Elbé, Anne Brochet.
Duração: 90 min.
Gênero: Comédia

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Só o que está morto não muda

Mude!

Mas comece devagar, porque a direção é mais importante que a  velocidade.
 
Sente-se em outra cadeira, no outro lado da mesa.

Mais tarde, mude de mesa.

Quando sair, procure andar pelo outro lado da rua.

Depois, mude de caminho, ande por outras ruas, calmamente, observando com atenção os lugares por onde você passa.

Tome outros ônibus.
Mude por uns tempos o estilo das roupas.
Dê os teus sapatos velhos.
Procure andar descalço alguns dias.

Tire uma tarde inteira para passear livremente na praia, ou no parque, e ouvir o canto dos passarinhos.

Veja o mundo de outras perspectivas.
Abra e feche as gavetas e portas com a mão esquerda.

Durma no outro lado da cama…
depois, procure dormir em outras camas.

Assista a outros programas de tv, compre outros jornais…
leia outros livros,
Viva outros romances.

Não faça do hábito um estilo de vida.
Ame a novidade.
Durma mais tarde.
Durma mais cedo.

Aprenda uma palavra nova por dia numa outra língua.
Corrija a postura.
Coma um pouco menos, escolha comidas diferentes, novos temperos, novas cores, novas delícias.

Tente o novo todo dia.
o novo lado,
o novo método,
o novo sabor,
o novo jeito,
o novo prazer,
o novo amor,
a nova vida.

Tente.
 Busque novos amigos.
Tente novos amores.
Faça novas relações.

Almoce em outros locais, vá a outros restaurantes, tome outro tipo de bebida, compre pão em outra padaria.
Almoce mais cedo, jante mais tarde ou vice-versa.
 
Escolha outro mercado…
outra marca de sabonete,
outro creme dental…
tome banho em novos horários.
 
Use canetas de outras cores.
Vá passear em outros lugares.
Ame muito, cada vez mais, de modos diferentes.
 
Troque de bolsa, de carteira, de malas,
 troque de carro, compre novos óculos,
escreva outras poesias.

Jogue os velhos relógios,
quebre delicadamente esses horrorosos despertadores.

Abra conta em outro banco.
Vá a outros cinemas,
outros cabeleireiros,
outros teatros,
visite novos museus.
Mude.

Lembre-se de que a Vida é uma só.
E pense seriamente em arrumar um outro emprego,
uma nova ocupação,
um trabalho mais light,
mais prazeroso,
mais digno,
mais humano.

Se você não encontrar razões para ser livre, invente-as.
Seja criativo.
 
E aproveite para fazer uma viagem  despretensiosa,
longa, se possível sem destino.

Experimente coisas novas.
Troque novamente.
Mude, de novo.
Experimente outra vez.
 
 Você certamente conhecerá coisas melhores
e coisas piores do que as já conhecidas,
mas não é isso o que importa.
O mais importante é a mudança,
o movimento,
o dinamismo,
a energia.

Só o que está morto não muda !

Edson Marques

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